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Archive for novembro \25\UTC 2011

Síndrome do Rei Sol

novembro 25, 2011 1 comentário

Reblogged from La Dance:

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Luís XIV, rei da França entre 1643 à 1715, também foi bailarino. Denominava-se “Rei-Sol” devido ao “Ballet de La Nuit“  que dançou aos quinze anos, como primeiro bailarino. Luís XIV, como um “bom” absolutista agia como se fosse um deus, “exercendo uma tarefa totalmente divina aqui na terra(…)”, palavras escritas por ele mesmo em seu diário. [http://www.coladaweb.com/historia/luis-xiv-o-verdadeiro-rei-absoluto]

Leia mais… 670 mais palavras

Um dos melhores textos que meu amor já escreveu!!!!
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Sobre Tangos e Filmes

Por: Duda Vila Nova

Há algo que me agrada e algo que me incomoda quando as pessoas resolvem dançar depois de assistirem à sucessos de bilheteria como “dança comigo”(Richard Geare e Jenifer Lopez), “vem dançar” (Antonio Banderas) – poderia citar vários outros, mas vou me ater a eses dois, porque quero falar especificamente do Tango.

O que me agrada é a questão do interesse despertado, em si. Aquele desejo de aprender e, sobretudo, a alegira por se sentir capaz de dançar, simplesmente por ter saído de uma sala de cinema em que foram contadas histórias comoventes cuja dança foi o gatilho das transformações e dos fatos.

O RESTO DO POST VC PODE LER EM:
http://www.clubedetango.com

 

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Ledd HQ “unboxing” [spoiler alert]

Hoje chegou o volume 1 de Ledd HQ, que comprei na pré-venda da Jambô. Só então, de posse da versão impressa, me permito fazer comentários sobre a obra como um todo.

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(1) OS DOIS FORMATOS:
Uma das perguntas que poderiam me fazer é: “Porque comprar uma coisa que você já leu, e, ainda por cima, de graça?” A resposta é simples. O material foi colocado gratuitamente na internet pelos próprios criadores e eu li todo ele. Eles tiveram o cuidado de fazer um site, de montar um esqueminha de carregamento de páginas, de adicionar zoom e tela-cheia, de ouvir/ler os seus leitores e respondê-los pelas redes sociais… em resumo: eles fizeram tudo isso sem a menor garantia de que alguém compraria o produto impresso, como se pagos para isso estivessem sendo. Chamo isso de profissionalismo (com uma pitada de audácia). Direito à Live Stream madrugueiro com o desenhista e tudo.

(2) O PREÇO:
R$20,00 (preço aproximado, contando com a taxa do pagseguro) é considerado caro para uma revistinha em quadrinhos, SIM. Concordo com o coro, neste sentido. Mas acontece que eu não estou pagando R$20,00 por um amontoado de papel de péssima qualidade cheirando à cocô de rato com traduções de roteiros atrasados de historinhas de ninjas adolescentes. Eu tou pagando por uma capa bem maneira em cartolina, páginas e impressões de qualidade sendo onze delas coloridas (contando a contra-capa da brochura e o início do primeiro capítulo), um roteiro bom, uma arte (com arte quero dizer desenho e cor) muito boa, e que, apesar de ser impressa láááá no sul, chegou aqui num tempo bem curtinho. Eu tou pagando por uma série de serviços… e alguns deles, como eu já disse, me foram oferecidos de graça pela internet. E se isso não bastasse, volto ao item (1), e digo: tou pagando pelo pioneirismo desses caras lançarem um formato digital e uma versão impressa ao mesmo tempo. Fator decisivo na minha compra.

(3) O CENÁRIO:
Eu sou um pouco averso à Arton na hora de jogar… mas gosto muito de ler o que é escrito no cenário. Contos, romances, HQs (momento nostalgia: que fim levou “dados selvagens”? acabou? nunca li a segunda parte. Só falta aparecer alguém do vídeo show dizendo “há dez anos… direto do túnel do tempo”). O Cenário é propício a mudanças repetinas na história, se os autores assim decidirem. Por isso eles entraram numa de pregar peça no 1º de Abril e teve gente que até acreditou que a peit… Niele ia voltar… e nasceram os malditos guaxininjas. Por ser um cenário de jogo – e os autores nunca deixam de lembrar: o maior cenário nacional de RPG -, dá aquela sensação de que o leitor “faz parte” desse mundo. Bem… vou bancar o chato: na minha cabeça, Arton de Leonel Caldela é TOTALMENTE diferente da Arton de Holy Avenger, que é diferente da Arton de DBride, que, por sua vez, é totalmente diferente da Arton de Ledd. É como se fossem mundos distintos, pra mim… não consigo ler as histórias e achar que fazem parte de um mesmo cenário… a não ser pela questão óbvia “geografia + linha do tempo” que tanto encanta o @loboborges e pelas forçosas costuras que vez ou outra surgem. Na hora de jogar, o bololô de fubá nessa minha cabecinha cartesiana não deixa com que eu me divirta. Meu cenário medieval-fantástico favorito sempre vai seu Ravenloft… Mas, com certeza, Tormenta funciona pra maioria.

(4) O ROTEIRO:
O roteiro é bom. Mais que isso é exagero. Muitos mistérios e muitos ganchos para histórias futuras. como se fosse uma aventura de RPG. Mas é um roteiro bom que promete muito. Pra explicar melhor, Vou correr o risco de fazer umas comparações… deixa eu começar dizendo que é questão de gosto pessoal, apenas:
(a) Holy Avenger foi um marco das HQs nacionais, pra mim. O roteiro parecia ter sido cirado para RPGistas. Na verdade, eu me sentia como se estivesse jogando e decidindo as ações dos personagens. Mas me pergunto se eu gostaria de ler se não soubesse do que se tratava (se eu não fosse RPGista… e o mesmo vale para seu predescessor on-line, “dados selvagens”) (b) DBride eu, sinceramente, deixo passar. Apesar de gostar do traço da Awano, o roteiro é previsível, chato e bobo… é história de fim de revista de RPG, e nada mais que isso. (c)A trilogia do Leonel, pra mim, é a Obra-prima do cenário. É como eu gostaria que o mundo de Arton fosse SEMPRE. Se o Cenário de jogo fosse como eu imaginei a saga do “Crânio Negro”, cujas lembranças de um amor perdido raspavam sua epiderme através de sua armadura, forjada com os desejos de um Vallen que já não era…. nossa… podiam fazer uma HQ com ESSE tipo de sentimento. (d) Ledd é legal. É uma revista para adolescentes, é divertida, instigante. Nesse primeiro volume, deu pra sentir que o roteiro é promissor… mas é um PRIMEIRO volume e, por isso, obviamente, a história ainda está meio furada. Só depois pra eu dize4r se gostei mesmo do roteiro.

(5) A ARTE:
A estréia de @LoboBorges foi muito boa. Gosto MUITO do traço dele… e, sobretudo, gosto da abertura dele com os internautas. E gosto de ver dos estudos de personagem… o preciosismo com que ele trata os personagens (até os que só vão aparecer pra morrer) é muito maneiro. A preocupação com a expressão de Ripp, já que ele não tem sombrancelhas.. (acho que ele vai compensar isso com muito SD.. hehehe)

(6) PERSONAGENS:
Não gostei do personagem principal. Ledd é um guerreiro poderoso com amnésia e uma espada foderosa que parece ser a chave para o passado dele… além de uma mão que brilha quando ele fica “em fúria”. Ele é o personagem padrão de mangá. Gosto mais de Ripp. Um mago careca que precisa de pelos para soltar magias…. GÊNIO. Um arquétipo inovador e muito legal. Por mim eu mudava até o nome da revistinha e chamava ela de Ripp… :D

No mais… é isso que eu tinha a dizer sobre Ledd. :D mal posso esperar pelo próximo volume, já que lerOn line vai ficar mais complicado pra mim…

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Encontro de Juízes baianos será na Costa do Sauípe

O III Encontro de Magistrados da Bahia será realizado de 8 a 10 de dezembro no Hotel Sauípe Park, no Complexo Costa do Sauípe, no litoral Norte do Estado.

Fonte:  http://www.tjba.jus.br/

Outro dia eu tive um sonho que tinha um encontro de digitadores do TJ- BA em Cabuçú…

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Novo Presidente do TJ – BA já foi divulgado.

Com 21 votos, o des. Mário Alberto Hirs é eleito pelos 35 desembargadores para presidir o Tribunal de Justiça da Bahia no próximo biênio 2012/2014. FONTE: SINPOJUD http://www.sinpojud.org.br/destaques.php?id=3499

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Espetáculo La Dance 2011 – “Coppélia” «

A La Dance Academia (Alagoinhas – BA) inova apresentando em seu espetáculo de fim de ano uma adaptação de um repertório cômico: Coppelia.

Com o título de “Coppélia: A Boneca Encrenca”, a adaptação da versão do Ballet Kirov conta a história de uma boneca que parece gente, criada por Dr. Coppelius, que sonha em dar vida ao seu curioso invento, roubando o coração de Franz, o noivo de Swanilda (a enfezada heroína da história).

Espetáculo La Dance 2011 – “Coppélia” «.

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A suposta doida do JECRIM de Feira de Santana

Uma senhora supostamente desnorteada “das idéias” , aparentemente PASSOU A NOITE trancada no Fórum Desembargador Filinto Bastos, em Feira de Santana, em frente ao Juízado Especial Criminal. Ela amontoou aleatoriamente móveis que estavam nos corredores aguardando remoção e fez de conta que era a casa dela. Colocou enfeites, plantas. A despeito de ter “acampado” em frente ao banheiro, parece ter defecado e urinado ali mesmo no local, durante a sua hospedagem. Eu fui o primeiro a chegar ao local, e eu entrei às 7:00  imediatamente após a abertura do fórum para os funcionários, e fiz as imagens. Aparentemete, fora a bagunça óbvia, nada foi depredado. Fico me perguntando: Se alguém conseguiu passar a noite lá sem que ninguém soubesse, e dormiu lá… o que garante que outra pessoa não possa entrar em qualquer cartório e fazer o que quiser e bem entender, na calada da noite? Cadê a segurança? TJ-BA não me paga insalubridade pra eu trabalhar em ambiente mofado… e tb não me paga periculosidade pra ter que lidar com esse tipo de situação.

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Processo Administrativo contra o Juiz GRS

No diário Oficial da Justiça da Bahia nº 591, datado de 03 de novembro de 2011 foi pulicado a abertura de um P.A contra o Juiz G.R.S. que teria tirado proveito da situação de magistrado para conseguir fiadores para empréstimos bancários que, posteriormente, deixara de pagar, gerando ônus de cerca de R$200.000, 00. para, pelo menos, um dos fiadores.

É costume nunca colocarem o nome completo dos juízes que são alvo de investigação, o que eu acho uma tremenda besteira por dois motivos, que mais tarde exporei.

Sabe-se o que consta na publicação oficial: que em 2000 GRS era Juiz em Jacobina e, depois, fora promovido para a Capital.

O link para o Diário Oficial em questão é esse AQUI.

O primeiro motivo pelo qual acho uma besteira não informar o nome completo do Juiz em questão é a de que isso sequer é encarado como um crime pela legislação brasileira. Sabe o que vai acontecer com o Juiz GRS se confirmada a ilicitude de seus atos? ELE VAI SER APOSENTADO COMPULSORIAMENTE, SEM PREJUÍZO DE SUA REMUNERAÇÃO! Isso mesmo… se GRS for considerado culpado, ele vai ficar em casa, sem trabalhar, recebendo aposentadoria, paga pelos cofres públicos.
O segundo motivo pelo qual eu acho uma besteira não informar o nome do Juiz diretamente na publicação oficial é que o próprio TJ disponibiliza uma lista donde podemos facilmente saber de quem se trata, somente pelas iniciais. No caso, ele era de Jacobina e foi promovido pra capital… logo GRS é a inicial de um desses Juízes AQUI.

Sonho com um dia em que um JUIZ , depois de considerado culpado, seja DEMITIDO A BEM DO SERVIÇO PÚBLICO.

 

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Sobre desejos e deveres – Concurso de Redação TJ-BA

Eu participei do II Concurso de Redação do TJ-BA e fiquei entre os dez finalistas. Infelizmente não ganhei nenhum dos  iPads  que constaram como premiação para os três primeiros lugares. Acho que a quantidade de erros de digitação e um errinho de português foram os responsáveis pela queda da minha nota. Gostei muito do que escrevi, ent”ao corrigi o que tinha de errado, coloquei uns links maneiros e postei logo abaixo. Espero que gostem:

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Sobre desejos e deveres

O mais valioso ensinamento que minha mãe me passou é o de que não temos [ou fazemos], nessa vida, tudo o que  temos vontade. Há de se ler com cuidado essa frase, porque ela se enrosca nos contextos e se torce frente à  entonação ou estilo de escrita só para não se mostrar como ela é. Não é uma instrução direta, uma ordem, um conselho, nem mesmo um “aforismo” confuciano. É, simplesmente um fato [como se houvera simplicidade nos fatos]. Não significa que não podemos fazer tudo que temos vontade; e tampouco que não devamos. Nós, simplesmente, não fazemos. Nossa vontade é limitada por diversos “freios” que moldam nosso livre arbítrio à determinadas regras sociais, ou à  intuições éticas.

Muitas frases-feitas serpenteiam na mente quando a pergunta tema [A justiça que quero é a justiça que faço?] se apresenta. A sabedoria popular mimetiza com maestria vários séculos de estudos filosóficos sobre questões ética.  Arrisco-me ao dizer: com muito mais simplicidade e eficácia do que os manuais jurídicos que, empoeirados,  encontram regaço nas prateleiras de nossos doutos bacharéis. Dentre tantos ditados populares que me assistem o  pensamento, aqueles que remetem à lei de Talião são as que mais parecem se adequar ao tema da justiça: “quem com  ferro fere, com ferro será ferido”, “olho por olho, dente por dente”, “amor com amor se paga”, “não faça ao outro o que você não espera que seja feito a você”, “aqui se faz, aqui se paga”. Frases que, dispensando um estudo histórico mais apurado, tratam, mais especificamente, da seguinte questão: o exigir de si o que se exige do próximo. Mas, assaz natureza humana, como num esboço de epicurismo descompreendido, nosso primeiro intuito sempre é o de buscar o prazer imediato, não importando se isso trará desprazer de outrem. Quando nos movemos sobre o mundo em busca de tudo que se quer, sem importar, entretanto, se a realização desse desejo acarretará em dessabores de outros, estamos agindo abaixo do pensamento crítico, num estranho paradoxo: conscientemente, agindo como se por instinto, num estado de hypo crisis.

Em suma: quado aquele comportamento ético primeiro [o de exigir de si aquilo que se espera do próximo] deixa ser um comportamento, e passa ser meramente um rótulo, camuflagem para ações egoístas de busca pelo proveito próprio, estamos, então, sendo, hipócritas. Acredito que o comportamento hipócrita tem se tornado o modelo padrão da sociedade moderna. Por que Esperamos um comportamento ético [a tão aclamada conduta ilibada] do outro, mas longe dos olhos vigilantes da sociedade, buscamos nosso prazer imediato, nossa vantagem desmerecida, sempre oculta do outro [do qual esperamos a conduta oposta]?

A resposta pode estar escondida no final do primeiro parágrafo: não fazemos tudo quando nossa vontade nos apetece, unicamente pela existência de certos freios. O que nos leva a não arrebatar o celular barulhento das mãos do outro e jogá-lo pela janela do ônibus é o medo da punição criminal; similarmente o que impede a discussão desenfreada com um professor taciturno, é medo na punição acadêmica. Falta à maioria dos homens [e, por uma questão de gênero, às mulheres] a noção de que o comportamento ético de exigir de si o que se espera do outro abrange atos maiores e menores: Apesar das conseqüências obviamente distintas [assim como suas punições], o ato de prevaricar, roubar, assassinar é TÃO antiético quanto o de jogar um papel de bala na rua ou furar uma fila de supermercado, pois são lastreadas pelo comportamento hipócrita.

Indo ainda mais longe: você pode alegar legítima defesa ao matar uma pessoa. O que você pode alegar quando fura a fila do cartório?

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